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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Louvor por quatro dias de trabalho!

Quatro dias de serviço dão direito a um louvor no Diário da República! Mais palavras para quê?

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Arnie no seu melhor

Público
29 de Outubro de 2009

Arnold Schwarzenegger, governador do estado da Califórnia, costuma anexar notas pessoais às suas decisões de veto de determinado projecto. Recentemente, num despacho enviado a um membro democrata da assembleia estatal que o tinha criticado no início deste mês, Schwarzenegger ocultou na sua mensagem - aparentemente normal - a expressão “fuck you”.

O destinatário da mensagem era Tom Ammiano, autor de um proposta de lei sobre o Porto de São Francisco, que no início do mês de Outubro criticou Schwarzenegger, tendo-lhe inclusivamente dito que “lhe beijasse o seu rabo gay” (kiss my gay ass).

Dias depois, a resposta de Schwarzenegger, apesar de mais críptica, foi sucinta: juntando as sete primeiras letras do corpo da mensagem que o governador endereçou a Ammiano rejeitando a sua proposta, forma-se, na vertical, a palavra “Fuck You”.

O porta-voz do governador, Aaron McLear, apressou-se a dizer que se tratou de uma “coincidência estranha” e que quando um gabinete emite tantos vetos por ano, é natural que isso aconteça. O porta-voz de Schwarzenegger chegou a adiantar que, no passado, já se formaram palavras como “sabonete”, “poeta” e “orelha”.

Porém, o jornal “Independent” deu-se ao trabalho de fazer as contas e chegou à conclusão que as hipóteses matemáticas de uma “coincidência” destas acontecer é de oito mil milhões para uma.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Movimentações partidárias

Nuno Lima Bastos
30 de Abril de 2009

Em ano de triplas eleições em Portugal, o deputado socialista José Lello veio a Macau efectuar contactos com a comunidade e as associações lusófonas, seguindo o percurso habitual de José Cesário. Terá sido, contudo, mais discreto (ou menos eficaz no trabalho mediático) do que o seu adversário político laranja, já que as suas movimentações por cá encontraram pouco eco na comunicação social. Em compensação, jogou astutamente com as datas, fazendo a viagem coincidir com as celebrações do 25 de Abril, o que lhe garantiu visibilidade fácil junto dos potenciais eleitores aqui residentes ao comparecer em eventos como inaugurações de mostras de artistas plásticos ou o jantar aberto realizado no Clube Militar (onde teve direito a lugar na mesa de honra).
José Lello veio, ainda, tentar relançar a secção local do PS. Neste tocante, só o tempo dirá se será mais bem sucedido do que José Cesário, que também manifestara essa intenção ao convocar as últimas eleições do PSD-Macau, em Julho de 2007, mas acabando por esfarelar a estrutura, ao ponto de esta parecer já só existir no papel (a propósito, alguém sabe quem é o actual líder laranja no território?).
Olhando para estas “coincidências”, não é difícil imaginar que o secretário internacional rosa andou a fazer contas aos votos – contas, aliás, bastante simples: nas eleições legislativas de 2005, o PSD obteve 7707 votos no círculo de «Fora da Europa», onde Macau se insere, contra 3607 do PS, arrebatando os dois lugares em disputa, como é consabido. Isto significa que os socialistas ficaram a meros 247 votos de repartir esses assentos. Um obstáculo facílimo de ultrapassar com uma mãozinha de alguma das associações locais de matriz portuguesa mais representativas.
As hipóteses mais óbvias seriam a ATFPM ou a APOMAC, não só pelo seu número de associados, mas também pela capacidade de mobilização que têm revelado ao longo dos anos: aquela serviu de trampolim a Pereira Coutinho para a Assembleia Legislativa e, já por duas vezes, para o Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP); esta representou, estou em crer, o grosso dos 560 votos que Fernando Gomes recolheu em 2003 contra Pereira Coutinho no primeiro sufrágio local para o CCP (onde Jorge Fão deu instruções aos membros da APOMAC para votarem no médico), assim como tem servido de apoio às pretensões eleitorais de David Chow.
Sucede que os dirigentes da APOMAC têm mantido um bom relacionamento com José Cesário desde que este se tornou deputado pela emigração, pelo que a aposta de José Lello deverá recair na ATFPM. Ademais, há precisamente um ano, esta conseguiu cativar 2540 pessoas para irem ao consulado pôr o seu boletim nas urnas e recolocar toda a equipa de Pereira Coutinho no CCP, não obstante a ausência de oponentes. É claro que havia aí uma diferença fundamental em relação às eleições legislativas ou presidenciais portuguesas: para votar, bastava a inscrição consular, pelo que o universo eleitoral era, pelo menos, dez ou onze vezes superior ao dos escrutínios para os nossos representantes em São Bento e Belém (tendo em conta o número de cidadãos portugueses recenseados no consulado de Macau).
Seja como for, se a ATFPM lançar, nos próximos tempos, uma campanha para ajudar os seus associados a se recensearem no consulado, já poderemos conjecturar com mais segurança sobre o que vai acontecer lá mais para o final do ano...
Porque hoje é escasso o tempo, resta-me acrescentar que José Lello, enquanto Secretário de Estado das Comunidades do primeiro governo de José Guterres, foi o grande responsável pela façanha de impor ao PSD a sua única derrota na emigração de que tenho memória. Estávamos em 1999 e o PS conseguiu então ficar com três dos quatro lugares em causa: os dois da Europa (com 14155 votos, contra 6276 do PSD) e um de Fora da Europa (com 6578 votos, contra 8332 do PSD), invertendo o habitual 3-1 favorável aos laranjas. Irá a estrelinha do responsável rosa brilhar novamente? Pelo menos, já se está a mexer...

Adenda: em dois curtos parágrafos, o jornalista José Miguel Encarnação conseguiu resumir com grande lucidez esta deslocação de José Lello a Macau. Foi no seu artigo «Negócio» do semanário O Clarim de 1 de Maio.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

José Lello e os emigrantes

A propósito da vinda do deputado socialista José Lello a Macau, recordo esta posta publicada em Setembro último no blogue Arrastão. Entre os comentários que recebeu, conta-se a reprodução de um artigo de opinião do "nosso" Hélder Fernando originariamente saído no Hoje Macau de 16 desse mês.

«O PS aprovou hoje as alterações ao sistema de voto dos emigrantes portugueses, alegando que o voto por correspondência permitia a existência de “chapeladas” eleitorais. E quem é que o PS escolheu para apresentar este projecto e defender alegado reforço da transparência do processo eleitoral? José Lello. Isso mesmo. José Lello, o dirigente do Partido Socialista responsável pela mais cara campanha no estrangeiro de que há memória, e que está a ser investigada pela PJ depois de ser público que a campanha no Rio de Janeiro foi financiada por um empresário entretanto detido pela justiça brasileira no processo da “máfia dos bingos”. O mesmo empresário que, vá-se lá saber porquê, foi depois nomeado cônsul honorário em Cabo Frio pelo Governo do PS. Para compor o ramalhete, Maria Carrilho, a única deputada do PS eleita pelos círculos da emigração, faltou ao debate que lhe dizia directamente respeito.»

sábado, 18 de abril de 2009

Sócrates, o corrupto?

Um vídeo absolutamente explosivo, exibido ontem no Jornal Nacional da estação televisiva portuguesa TVI! Pode visioná-lo aqui (enquanto está disponível...).

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Ainda sobre a demissão de Alberto Costa

Na sequência do artigo do Público do passado dia 5 deste mês sobre Alberto Costa e o chamado "caso TDM", que também aqui reproduzimos, o advogado José António Barreiros enviou esta carta ao jornal:

«Reporto-me ao artigo que o Público editou na edição de hoje, domingo, intitulado «Alberto Costa foi demitido de director da Justiça em Macau por pressões sobre juiz».

O texto está substancialmente exacto com uma excepção, quando refere que, em entrevista concedida em 2005, o actual Ministro da Justiça recordou que «o Supremo Tribunal Administrativo veio anular o acto de exoneração», nada mais esclarecendo quanto ao que se passou.

É verdade que o jornalista me quis ouvir ontem e eu declinei responder, com base num princípio cristão de que não se bate em caídos; só que, assim, ficou para os leitores uma versão dos factos que é, no fundo, aquela que, defensivamente, Costa tentou passar para a imprensa: foi demitido, afinal, por acto ilegal anulado judicialmente.

Ora o rigor do factos é este: demiti Alberto Costa por despacho fundamentado, que se baseava no que foi adquirido por um inquérito realizado pelo Procurador-Geral Adjunto do território: contactara um juiz por duas vezes com o propósito de que este arquivasse um processo e soltasse os dois arguidos presos. Estava em causa a televisão de Macau e a ligação desta a uma empresa de que eram sócios várias criaturas gradas ligadas ao partido socialista, mais uma empresa de um senhor chamado Robert Maxwell, que morreria mais tarde em condições estranhas. Após a minha saída do território o Governador Carlos Melancia revogou o meu despacho na parte em que fundamentava a demissão, não ignorando que isso abria a porta ao que veio a suceder: o demitido veio a recorrer para o STA e obviamente ganhou a causa, recebendo choruda indemnização.

Em suma: a razão substancial da demissão de Alberto Bernardes Costa não foi anulada pelos tribunais, foi anulada, sim, a habilidade do Governador, pela qual o meu despacho de demissão foi substituído por outro apto a ser anulado por vício de forma, ou seja por falta de fundamentação.

Quem quiser ler os documentos, pois está tudo documentado, é só ir aqui: http://incursoes.blogs.sapo.pt/1236005.html. Agradeço o favor de ser reposta toda a verdade.
»

Vale a pena ir ao Incursões e ler o que lá se escreve sobre este assunto!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Caso TDM: Alberto Costa demitido em Macau

Alberto Costa foi demitido de director da Justiça em Macau, há 21 anos, por pressões sobre juiz

Nuno Simas
Público
5 de Abril de 2009

Alberto Costa surgiu ontem no centro das notícias sobre alegadas pressões sobre os magistrados do caso Freeport, que o ministro da Justiça negou de forma pronta. Mas esta não é a primeira vez que o seu nome surge em notícias sobre pressões. Há 21 anos, suspeitas de pressões sobre um juiz levaram à sua demissão de director dos Assuntos de Justiça de Macau, quando o governador era Carlos Melancia.

Em 1988, Costa deixou o cargo na administração de Macau no meio de suspeitas de pressões sobre o juiz José Manuel Celeiro no caso do escândalo da televisão de Macau, TDM. Em 2005, José António Barreiros, que, enquanto secretário de Estado Adjunto para os Assuntos da Justiça, tinha demitido Alberto Costa, quebrou um longo silêncio de 16 anos e acusou-o de "conduta imprópria". Ontem, contactado pelo PÚBLICO, o advogado José António Barreiros não quis fazer quaisquer declarações sobre o caso de há vinte anos nem comentar as notícias de ontem do semanário "Sol".

O citado caso de Macau remonta ao mês de Abril de 1988, quando José Manuel Celeiro decretou a prisão preventiva do presidente da TDM, António Ribeiro, por suspeita de peculato. Numa entrevista a "O Independente", em 2005, Barreiros contou que optou por demitir Alberto Costa por ter considerado impróprio que o agora ministro tivesse tido então "conversas informais" com o magistrado defendendo que a prisão preventiva de António Ribeiro seria uma medida excessiva naquele caso. José Manuel Celeiro apresentou queixa.

Há quatro anos, depois da entrevista de José António Barreiros, o ministro, há sete meses no Governo com a pasta da Justiça, explicou que se limitara a dar ao juiz "uma opinião sobre uma matéria de índole jurídica". E lembrou que os factos pelos quais foi acusado e exonerado foram alvo de um inquérito que concluiu "não se ter comprovado a existência de pressão", pelo que foi proposto o arquivamento do inquérito. Além disso, recordou, o Supremo Tribunal Administrativo veio anular o acto de exoneração. A entrevista valeu a Alberto Costa um primeiro momento de contestação enquanto ministro da parte da Associações Sindical de Juízes Portugueses (ASJP), que exigiu esclarecimentos de forma cabal, aconselhando-o a "ponderar seriamente a sua capacidade para, de maneira credível, continuar a exercer as funções governativas".

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Como atirar um sapato impunemente

Quer atirar um sapato a alguém importante, mas não quer ir preso? Então faça como este professor português: escolha um par de sapatos velhos, ponha-os numa caixa e envie-os por correio ao seu alvo. A sensação não será bem a mesma, mas poupa a maçada de ir parar à esquadra, etc. Além disso, os correios agradecem a despesa...

Quanto à publicidade que, provavelmente, pretendia obter, é uma questão de fotografar a encomenda (por fora e por dentro, para que não haja dúvidas) antes de a enviar.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

A moda do sapato

Se a moda pega, vamos ter que começar a entrar descalços nos eventos públicos...

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Cábula para políticos

Enquanto as urnas não fecham nos Estados Unidos, os pretendentes a candidatos em futuras eleições podem ir treinando o discurso com esta muito útil cábula.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Durão Barroso em Pequim

Coincidência das coincidências, quem visitou o Instituto Nacional de Administração da China (INA) precisamente na mesma altura que nós (ver posta anterior) foi o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso. Ao que parece, aproveitou a presença na sétima edição da ASEM (Encontro Ásia-Europa) para ir ao INA fazer um discurso alusivo ao lançamento de um curso de direito China-Europa.

Porque estas coincidências acontecem uma vez na vida, alguns de nós solicitaram ao INA que nos proporcionasse uma breve oportunidade de cumprimentarmos o nosso ilustre compatriota, mas tal acabou por não ser possível, supostamente por razões de protocolo e segurança. Foi-nos explicado que a visita era organizada directamente pelo Conselho de Estado e ia ter lugar à porta fechada, apenas com a presença de pessoas devidamente credenciadas com antecedência.

No entanto, a fazer fé em algumas das fotografias sobre o evento disponíveis no website do INA, abaixo reproduzidas, a circunstância não parece ter sido tão restrita que justificasse a inflexibilidade demonstrada. Enfim, diferentes formas de ver as coisas...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

A Ministra da Educação, Macau e o Público

A vinda a Macau da Ministra da Educação de Portugal, Maria de Lurdes Rodrigues, foi, naturalmente, objecto de notícia nos órgãos de comunicação social do nosso país. Assim sucedeu, por exemplo, no Público, cuja secção online «última hora» costumo ler quase diariamente. Nada de especial até aqui, até porque a peça teve origem na Lusa, provavelmente escrita pelo nosso José Costa Santos.

Bastante curiosos são, no entanto, alguns dos (catorze) comentários dos leitores do Público. Vale a pena espreitá-los, nem que seja para ficar surpreendido com o que vai naquelas cabecinhas...

quarta-feira, 9 de julho de 2008

A Casa Branca insultou Berlusconi

Jorge Heitor
8 de Julho de 2008

A Administração Bush pediu desculpa à Itália e ao primeiro-ministro Sílvio Berlusconi pelo “erro muito infeliz” de ter feito distribuir durante a cimeira do G8 uma biografia deste último em que o apresentava como “um dos mais controversos líderes na história de um país conhecido pela corrupção governamental”.
Inicialmente um empresário com grandes "holdings" e influência nos media internacionais, Berlusconi “é visto por muitos como um diletante político que apenas obteve o seu alto cargo por meio da considerável influência exercida sobre os media nacionais, até sido obrigado a demitir-se em 2006”, dizia a nota biográfica entregue aos jornalistas acreditados na Casa Branca e que ficaram boquiabertos com o que leram.
Perante o escândalo, veio a ser esclarecido que “os sentimentos expressos não representam as opiniões do Presidente Bush, do Governo ou do povo americano”. Apenas se tratava de uma referência preguiçosamente copiada de um site na Internet.

Nota: isto nada tem a ver com Macau (tirando o "pormenor" Au Man Long e...), mas tem imensa piada!

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Inglês técnico...

Não é novidade para ninguém que viva em Macau a má qualidade do inglês que aqui se fala. Os taxistas não acertam uma e mesmo grande parte dos licenciados é incapaz de escrever correctamente um simples texto no "esperanto" da modernidade. Mas quando ouço José Sócrates (o tal que obteve 15 valores em inglês técnico, não foi?) a falar assim perante os mais altos dignatários europeus, só posso concluir que a situação também é grave no meu país...